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domingo, 26 de março de 2017

Diplomática A Origem

A Diplomática surgiu da necessidade de se comprovar a autenticidade de documentos medievais. Com o intuito de publicar uma história dos santos, a Acta Santorum, Jean Bolland e jesuítas franceses teriam que avaliar cuidadosamente a vida desses santos, separando que seria lenda da realidade. Em 1645 o jesuíta Daniel Van Papenbroeck, especialista no trato documental, afirmou ser falso um diploma assinado pelo rei Dagoberto I, invalidando assim outros diplomas medievais até então preservados e tratados como autênticos.
Inconformados, os beneditinos "bambans" na área de análise documental, acharam uma afronta a desconfiança do jesuíta e causaram uma verdadeira Guerra Diplomática.
Seis anos após a confusão, o beneditino Jean de Mabillon resolveu tomar partido da guerra que se instalou por conta da desconfiança de Daniel. Jean realizou pesquisas em arquivos eclesiásticos franceses, alemães e italianos. Com isso, criou métodos e procedimentos para verificação da autenticidade dos documentos.
Colega da Paleografia e do Direito, a Diplomática encontrou na Arquivologia um casamento perfeito, ampliando sua capacidade na Tipologia Documental.
Fonte: BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Como Fazer Análise Diplomática e Análise Tipológica de Documento de Arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial, 2002.

2º Atividade em Grupo - Visita ao ACE

Conhecendo o Arquivo Central da UnB
No dia 24 de março o Professor André Ancona propôs a segunda atividade do semestre, na disciplina Diplomática e Tipologia Documental.
A atividade foi realizada no ACE - Arquivo Central da UnB, consistiu na divisão dos grupos em quatro personagens: Observador, Investigador, Jornalista e Relator. Com a falta de um dos integrantes do grupo, tivemos que optar por não termos o personagem Jornalista.
O Observador iria observar o Arquivo Central, sem tocar, perguntar, anotar nada,
O Investigador iria fazer perguntas com relação ao Arquivo Central para a funcionária,
O Relator iria fazer um relatório baseado nas informações prestadas pelo observador e investigador, deveríamos responder as perguntas entregue pelo Professor.
Seguem as perguntas:


Quais as espécies documentais existentes no ACE?


atas, memorandos, relatórios, ofícios, recortes de jornais, fotos, solicitações, projetos, resoluções.
 
Quais as correspondentes funções de tais espécies?


Atas de reuniões
Memorandos de comunicação interna
Relatório de resumo de atividades
Ofício de comunicação externa
Projetos de pesquisa
Resoluções normativas


Quais os tipos documentais existentes no ACE?


Memorando de consultoria arquivística
Relatório de descrição de ações
Ofício de normas de conduta
Projetos de extensão
Resoluções normativas da reitoria


Relacione as séries documentais do ACE com as respectivas fases do ciclo de vida, de acordo com a teoria das 3 idades.


Tipos documentais no ACE
Prazo de guarda
Destinação final
Observações
Fase corrente
Fase intermediária

Ata de reuniões
5 anos

Guarda permanente

Relatório de descrição de ações
5 anos
9 anos
Guarda permanente

Recortes de jornais sobre a UnB
5 anos

Guarda permanente

Resoluções da reitoria
Enquanto vigorar
10 anos
Eliminação



Sugira um Plano de Classificação para os documentos do ACE


No ACE é usado o plano do Conarq para área meio e o Ifes para a área fim.
O Conarq não é compatível com o que o arquivo trabalha, sugerimos que seja feito um plano próprio ou que adapte o plano do Conarq  de acordo com as necessidades, pois o plano do Conarq é feito pelo assunto e não foi idealizado por profissionais da área
.
Comissões, Comitês, Conselhos
Atas de reuniões ordinárias
Relatório de atividade


Registro
Registro de atividades
Relatório de descrição de ações


Resoluções
Resoluções da reitoria


Que ações arquivísticas poderiam ser implantadas no ACE?
Precisam ser implantadas salas climatizadas, informativos dentro do arquivo para a proibição de entrada de alimentos, rotinas de higienização, mais espaço e melhores condições, padronização de normas e atividades do arquivo, instalação de um termohigrômetro.

sábado, 25 de março de 2017

2º/2 Atividade em Grupo - Análise de Séries Documentais do ACE - UnB


Análise de séries documentais

A Diplomática surgiu da necessidade de se comprovar a autenticidade de documentos medievais. Com interesse de publicar a História dos Santos, a ACTA SANTORUM, Jean Bolland e jesuítas franceses teriam que avaliar cuidadosamente a vida desses santos, um trabalho de separar as lendas da realidade.

Em 1645 o jesuíta Daniel Van Papenbroeck disse ser falso um diploma assinado pelo rei Dagoberto I, invalidando assim outros diplomas medievais, até então, preservados e tratados como autênticos.

Inconformados, os Beneditinos "bambans" na área de análise documental, acharam uma afronta a desconfiança do jesuíta e causaram uma Guerra Diplomática.

Seis anos depois da confusão, Jean de Mabillon resolveu tomar partido da guerra que se instalou por conta da desconfiança de Daniel. Jean pesquisou em arquivos eclesiásticos franceses, alemães e italianos. Com isso, criou métodos e procedimentos para verificação da autenticidade dos documentos.

Colega da Paleografia e do Direito, a Diplomática encontrou na Arquivologia um casamento perfeito, ampliando sua capacidade na Tipologia Documental.

Fonte: COMO FAZER ANÁLISE DIPLOMÁTICA E ANÁLISE TIPOLÓGICA DE DOCUMENTO DE ARQUIVO COMO FAZER VOL. 8 Heloísa Liberalli Bellotto

Bem caros colegas, é com essa curiosidade que entramos na primeira atividade da matéria.

Em visita ao Arquivo Central da UnB, o Professor André nos deixou as seguintes propostas:

1º) Fazer uma análise diplomática mínima das séries documentais;

2º) Fazer tabelas sobre as três séries documentais vistas na visita ao Arquivo com base no texto LOPEZ, A. Identificação de tipologias documentais em acervos de trabalhadores. In: MARQUES, Antonio José; STAMPA,Inez Tereznha Stampa. (Orgs.). Arquivos do mundo dos trabalhadores: coletânea do 2º Seminário Internacional. São Paulo; Rio de Janeiro: CUT; Arquivo Nacional, 2012, p. 15-31. (acesso "aqui")

Como conclusão da atividade, fazer um Plano de Classificação conforme o Conarq (Resolução 14) com os códigos e por fim, fazer uma comparação do antes e depois do nosso entendimento com relação as explicações ministradas pelo Professor.

Calma! Não vamos fazer mais Guerra Diplomática, avante colegas!

Primeira parte

Fundo: Arquivo Central da UnB

Denominação do documento: Frequência individual para adicional noturno
Forma: Original
Formato e dimensões: Folha avulsa; Folha A4
Suporte: Papel
Gênero: Textual
Validação: Assinatura

Fundo: Arquivo Central da UnB
Denominação do documento: Processo de Transferência
Forma: Original
Formato e dimensões: Processo; Folha A4
Suporte: Papel
Gênero: Textual; Fotocópia de documentos pessoais de identificação
Validação: Ata da reunião da comissão avaliadora com assinatura; Assinatura; Carimbo

Fundo: Arquivo Central da UnB
Denominação do documento: Processo de Compra
Forma: Original
Formato e dimensões: Processo,  folha A4
Suporte: Papel
Gênero: Textual; Fotocópia de documentos pessoais de identificação
Validação: Assinatura; Declaração do cartório informando que não possui residência em Brasília; Carimbo; Fotocópia de documentos pessoais de identificação

Segunda Parte

Fundo/Titular
Espécie
Função arquivística
Tipo arquivístico
Arquivo Central UnB
Frequência individual para adicional noturno
Registro de frequência individual para obtenção de adicional noturno
Frequência individual para obtenção de adicional noturno
Arquivo Central UnB
Processo de Transferência
Registro de Transferência
Processo para tentativa de transferência de aluno
Arquivo Central UnB
Processo de Compra
Registro de Compra
Processo para aquisição de materiais e bens

Fundo: Arquivo Central UnB
Nível:  
Organismo: Universidade de Brasília - Brasília
                                                                                                                                          
ATIVIDADES DE ALCANCE EXTERNO

Função
Espécie
Nº de docs
Datas-limite
Registro de frequência individual para adicional noturno
Frequência individual para adicional noturno
50 aprox.
[Jan?97]
Registro de Transferência
Processo de Transferência
6 aprox.
2011 - 2012
Registro de Compra
Processo de Compra
20 aprox.
Jan/89

Códigos de Classificação de Documentos de Arquivo adaptado à UnB

Série Documental: Processo de Compra

030   Material
033  Aquisição
033.2 Material de Consumo  
033.21 Compra

Série Documental: Frequência Individual para Adicional Noturno

020 Pessoal
024 Direitos, obrigações e vantagens
024.13 Adicionais
024.132 Noturno

Série Documental: Processo de Transferência

130 Cursos de Pós Graduação Stricto Sensu (inclusive na modalidade a distância)
134.12 Transferência